segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Zurique - escala

para os amigos que não visitei,


Zurique aparece numa escala do regresso. O tempo de escala era muito e poderia haver amigos para visitar fora do aeroporto... Mais tarde percebi que os amigos trabalhavam e que lá fora chovia, então instalou-se a dúvida: ficar no aeroporto a ver lojas ou a fazer algo no computador ou sair do aeroporto, fingindo que não chovia ou acreditando que ia parar de chover e ver o que fosse possível ver?



Tentando esquecer o quanto tinha ouvido dizer que a Suiça é cara optei pela segunda hipótese, comprei um bilhete de comboio, que daria para andar noutros transportes e que poderia ter dado para visitar museus, mas por questões de economia e de tempo deixei os museus para a próxima.
O comboio até ao centro da cidade não tem paragens e deixava ver a chuva que não parava e eu sem guarda-chuva. Pensei comprar um na estação, mas... demasiado caro para os francos que tinha na mão, por isso olhei a cidade de cada uma das portas da estação e mais uma vez fiz contas antes de me sentar a tomar um chá e a comer um croassant, à espera do sol.


O sol chegou e eu sai. Aconcheguei-me no meu lenço e segui o rio, primeiro de um lado e depois do outro, antes de regressar à estação.
Para quem tinha acabado de sair de uma cidade como Phnom Penh, Zurique é calmo demais, as ruas parecem desertas de carros e de pessoas e as bicicletas param nos semáforos! Foi frio e cinzento demais. Talvez volte lá um dia, para descobrir o segredo do chocolate.


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